Os advogados do governador cassado José Roberto Arruda orientaram o cliente a não falar nada em seu depoimento à Polícia Federal, pois como as investigações ainda estão em curso, e a toda hora surge um novo apenso ao inquérito, a melhor defesa é o silêncio. Compreende-se.
Mas o juiz do inquérito, no caso o ministro Fernando Gonçalves, está ansioso por ouvir também – e logo – o preso. Talvez no STJ haja o que dizer.
Há uma nuvem negra e carregada sobre Brasília, justamente por causa do tamanho que o inquérito está ganhando. E que não pára de crescer. Tornando quase proféticas as palavras do denunciador Durval Barbosa na CPI da Câmara Distrital: “Vem um rolo compressor aí”.




