O ministro César Rocha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não se cansa de mostrar o programa de virtualização dos processos que chegam à Corte. Ele promoveu uma revolução que, para ser completa, precisa da adesão de uns pouquÃssimos tribunais de Justiça estaduais. Dentre esses pouquÃssimos figura o de São Paulo, gigante pela própria natureza, e que de tanto marcar o passo está no final da fila…
A coisa funciona assim: elimina-se não apenas o papel, mas uma burocracia terrÃvel na tramitação de um processo, por mais simples que seja. Eliminando-se a burocracia, as estradas, antes tortuosas, assumem uma linha reta. Dá para imaginar a quantidade de desvios e atalhos que são evitados. O que resulta disso é assunto para muitos dias. Não é o caso, agora.
Dentro do Tribunal já existem inclusive totens, nos quais os advogados acessam, sem precisar bater na porta dos gabinetes, qualquer processo. Há exceções, claro, como aqueles que correm em segredo de Justiça. Isso pode ser feito também dos próprios escritórios. Os cidadãos terão esse direito e, sem muita intermediação, saberão a quantas anda o caso de seu interesse.
A outra novidade chega, agora, com o twitter, essa ferramenta que começou parecendo brincadeira de adolescente, foi instrumento poderoso na campanha de Barak Obama nos EUA e se tornou febre mundial. A Justiça brasileira está no twitter, quem diria. O endereço é: twitter.com/STJNoticias.




