Chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) outro pedido da defesa do governador cassado José Roberto Arruda: agora, sim, de prisão domiciliar. A informação do post anterior continua valendo. A sensação que se tem é de que a defesa prepara todas as alternativas possÃveis. Faz mais de mês que Arruda está preso na superintendência da PF.
E os outros cinco presos na mesma operação? A mÃdia pouco fala deles.
No momento em que escrevo, a OAB está no presÃdio da Papuda para ver de perto as condições que trabalham os advogados que lhes prestam assistência. Quem conhece o local, sabe como é: os advogados atendem aos clientes num cubÃculo apertado, sem ventilação, e são espreitados por agentes penitenciários.
Ainda ontem (18), o presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, requereu ao ministro da Justiça e ao diretor da PF que “oportunizem o acesso aos autos do inquérito 650/DF, assegurando o direito de obtenção de cópias, quando estes se encontrarem na repartição policial e, ainda, que seja fornecida sala fechada para que os advogados possam entrevistar os clientes que se encontram encarcerados, garantindo-se o sigilo das conversas entre o advogado e o cliente e observância do disposto no Estatuto da Advocacia”.




